Para esta tela, é necessário preencher algumas informações importantes:
Nome do Host: Nome da rede da máquina física na qual o serviço será iniciado.
Porta: Porta em que o servidor HTTP do Cloud irá responder.
Porta Https: Porta HTTPS em que o servidor HTTP irá responder. Quando houver uma porta Https, a porta Http será ignorada e o servidor responderá apenas na porta Https.
Para a configuração do HTTPS no módulo Q-Net, no sistema Novo Zen, preencha o campo Porta HTTPS com o valor “443”.
Garantir a comunicação segura na internet
O protocolo https é utilizado para garantir a comunicação segura na internet, criptografando os dados trocados entre o navegador do usuário e o servidor web
. Essa criptografia é fundamental para proteger informações sensíveis, como senhas e dados pessoais, de interceptações maliciosas.
Limite Clients: Limite de executores que podem ser criados. No Cloud, sempre utilize -1.
Limite minutos Ocioso: Tempo, em minutos, para o Cloud derrubar um worker.
Controle de Acessos: Define a finalidade deste Cloud. Somente Cloud inicia o Cloud sem API. Somente API inicia a API sem o Cloud. Ambos inicia os dois.
Ativar Log: Habilita o log das requisições no prompt de comando.
Iniciar Automaticamente: Indica se o início do aplicativo deve ser controlado pelo Guardian.
O que são osWorkers?
Workers são pequenos "ajudantes" do sistema. Quando há muitas tarefas a serem executadas, eles assumem parte dessas atividades para agilizar o processamento.
Eles trabalham em paralelo, de forma independente, e entregam os resultados assim que finalizam. Isso torna a execução dos processos mais rápida e organizada, especialmente em tarefas pesadas, como carregamento de imagens ou processamento de dados.
Nesta seção, você configura os parâmetros do worker nHttpExe.
Servidor nHttp: Endereço onde está rodando o servidor do Cloud, entre aspas duplas, incluindo a porta. É obrigatório informar http:// ou https:// no início do endereço para correto funcionamento.
Exemplo: nhttp://IP:Porta.
Porta: Porta onde o worker ficará rodando. Precisa estar liberada no firewall.
Porta Https: Porta HTTPS em que o servidor HTTP irá responder. Quando houver uma porta Https, a porta Http será ignorada e o servidor responderá apenas na porta Https.
⚠️ Atenção! Para funcionar corretamente, o certificado deve estar devidamente configurado no servidor.
Limite Clients: Limite de executores que podem ser criados na máquina onde o worker está rodando.
Reserva Porta Inicial: Porta inicial da reserva de portas que será utilizada pelo worker para criar os executores. Precisa estar liberada para acesso pelo servidor do Cloud na máquina executora.
Reserva Porta Final: Porta final da reserva de portas que será utilizada pelo worker para criar os executores. Precisa estar liberada para acesso pelo servidor do Cloud na máquina executora.
IP worker: IP do servidor onde o worker está sendo registrado. Se não for informado, o sistema tentará identificar automaticamente. Caso apresente problemas, informe manualmente o IP. Isso é necessário para o servidor poder realizar as requisições.
Ativar Log: Habilita o log das requisições no prompt de comando.
Iniciar Automaticamente: Indica se o início do aplicativo deve ser controlado pelo Guardian.
Nesta seção, você configura os parâmetros do worker nJob.
Servidor nHttp: Endereço onde está rodando o servidor do Cloud, incluindo a porta. É obrigatório informar http:// ou https:// no início do endereço para correto funcionamento.
Exemplo: nhttp://IP:Porta.
Porta: Porta onde o worker ficará rodando. Precisa estar liberada no firewall.
Porta Https: Porta HTTPS em que o servidor HTTP irá responder. Quando houver uma porta Https, a porta Http será ignorada e o servidor responderá apenas na porta Https.
⚠️ Atenção! Para funcionar corretamente, o certificado deve estar devidamente configurado no servidor.
Limite Clients: Limite de executores que podem ser criados na máquina onde o worker está rodando.
Reserva Porta Inicial: Porta inicial da reserva de portas que será utilizada pelo worker para criar os executores. Precisa estar liberada para acesso pelo servidor do Cloud na máquina executora.
Reserva Porta Final: Porta final da reserva de portas que será utilizada pelo worker para criar os executores. Precisa estar liberada para acesso pelo servidor do Cloud na máquina executora.
IP worker: IP do servidor onde o worker está sendo registrado. Se não for informado, o sistema tentará identificar automaticamente. Caso apresente problemas, informe manualmente o IP. Isso é necessário para o servidor poder realizar as requisições.
Ativar Log: Habilita o log das requisições no prompt de comando.
Iniciar Automaticamente: Indica se o início do aplicativo deve ser controlado pelo Guardian.
A configuração do nWeb no nServerConfig deve ser realizada somente em dois cenários específicos:
Quando houver integração via API;
Para o funcionamento do módulo Q-Net no sistema Zen 2.
→ Se a empresa ainda utiliza o sistema Zen 1, o módulo Q-Net não é configurado no nServerConfig. Nesses casos, a configuração do nWeb deve continuar sendo feita em aplicação, conforme o modelo tradicional utilizado até então.
Nesta seção, você configura os parâmetros do worker nWeb.
Servidor nHttp: Endereço onde está rodando o servidor do Cloud, entre aspas duplas, incluindo a porta. É obrigatório informar http:// ou https:// no início do endereço para correto funcionamento.
Exemplo: nhttp://IP:Porta.
Porta: Porta onde o worker ficará rodando. Precisa estar liberada no firewall.
Porta Https: Porta HTTPS em que o servidor HTTP irá responder. Quando houver uma porta Https, a porta Http será ignorada e o servidor responderá apenas na porta Https.
⚠️ Atenção! Para funcionar corretamente, o certificado deve estar devidamente configurado no servidor.
Limite Clients: Limite de executores que podem ser criados na máquina onde o worker está rodando.
Reserva Porta Inicial: Porta inicial da reserva de portas que será utilizada pelo worker para criar os executores. Precisa estar liberada para acesso pelo servidor do Cloud na máquina executora.
Reserva Porta Final: Porta final da reserva de portas que será utilizada pelo worker para criar os executores. Precisa estar liberada para acesso pelo servidor do Cloud na máquina executora.
IP worker: IP do servidor onde o worker está sendo registrado. Se não for informado, o sistema tentará identificar automaticamente. Caso apresente problemas, informe manualmente o IP. Isso é necessário para o servidor poder realizar as requisições.
Ativar Log: Habilita o log das requisições no prompt de comando.
Iniciar Automaticamente: Indica se o início do aplicativo deve ser controlado pelo Guardian.
Nesta seção, você configura parâmetros gerais do Guardian.
Intervalo Checagem Guardian (minutos): Tempo, em minutos, em que o Guardian faz a checagem se o aplicativo está em execução.
Iniciar Juntamente com o windows: Ao iniciar o Windows, o aplicativo de Configurações do Cloud também será iniciado.
Diretório Instalação 64 bits: Diretório onde a versão x64 está instalada.
Observação — Melhorias na configuração de servidores
Esta versão traz um conjunto de melhorias voltadas à validação, configuração e estabilidade dos servidores (nHttp, nHttpExe, nJob e nWeb):
Validação automática de configurações: novo sistema com 18 verificações que identificam erros antes de salvar, como hostname não preenchido, portas duplicadas ou em conflito, ranges inconsistentes, limite de memória acima do recomendado (80% da RAM), log ativo em produção e configuração incorreta do Guardian, entre outros. Os resultados são exibidos em tela com os níveis OK, AVISO ou ERRO, e a maioria dos problemas pode ser corrigida automaticamente com um clique.
Verificação de portas em uso: a validação passa a testar via socket se as portas configuradas (HTTP, HTTPS e todo o range reservado para os workers) estão disponíveis no sistema operacional, evitando conflitos com outros processos antes de iniciar os servidores.
Sugestão de configurações padrão: cada módulo (nHttp, nHttpExe, nJob, nWeb) agora conta com um botão para preencher automaticamente os campos com valores de referência recomendados, incluindo o hostname a partir do nome do dispositivo.
Fluxo de salvamento com validação prévia: ao salvar, o sistema executa uma validação antes de concluir a ação. Caso existam erros ou avisos, a tela de validação é aberta para correção; após ajustar e fechar, o salvamento prossegue automaticamente. Ao final, o sistema pergunta se deseja reiniciar os servidores — somente se algum deles estiver em execução.
Controle de servidores por filtro: a verificação de servidores em execução agora permite filtrar por aplicação específica (nHttp, nHttpExe, nJob ou nWeb), tornando as ações de reinicialização mais precisas.
Correção de bug — módulos desabilitados por padrão: corrigido o problema em que os toggles de habilitação do nHttpExe, nJob e nWeb apareciam desabilitados na primeira abertura da tela (quando o INI ainda não possuía a chave gravada). Agora, esses módulos vêm habilitados por padrão.
Após realizar os ajustes, clique em Salvar Todos para finalizar a configuração. Feche o nServerConfig e, em seguida, abra-o novamente. Se a opção de iniciar automaticamente não estiver marcada, será necessário executar os 3 consoles manualmente.
Desta forma, as informações na configuração do Quiu serão atualizadas automaticamente (a Porta Job será a mesma informada na aba nHttp). Você pode conferir acessando: Área de Trabalho > Quiu > Configurações > Quiu.
Configurações Concluídas! Agora, os agendamentos irão executar corretamente, e a leitura de documentos será realizada sem problemas.
Temos disponível a função de agendamento, que permite agendar a reinicialização automática dos executáveis. Essa função é útil, especialmente após a realização de backups. Para isso, acesse ⇒ Agendamento.